Folclore e o Medo Infantil

Nosso projeto sobre as brincadeiras foi interrompido por uma pergunta, numa rodinha. A tragédia da menina da mala, da pequena Ágatha Nicole, de 6 anos. Aconteceu de verdade? Esse moço mal machucou ela? Ela conhecia ele? Tem que tomar cuidado para o homem do saco não pegar a gente! Tia, o palhaço assassino vai pegar a gente?

No meio do turbilhão de perguntas, tentei explicar o ocorrido de forma simples e clara, que devemos ter cuidado com pessoas que não conhecemos e de explicar quem de fato existe é quem é apenas folclore.

Estavam muito assustados, pois Agatha tinha a idade deles e algumas crianças não conseguiam separar a fantasia da realidade.

Iniciei um blocão, onde registrei cada um dos personagens que me diziam. Enquanto escrevia, pensava: Como mostrar para eles que são apenas estórias para assustar as pessoas? Que elas podem ser inventadas por qualquer um?

Ao terminar o blocão sugeri que inventassemos um história com esses personagens. Eles aceitaram de primeira e logo se empolgaram.

Pedi que sentassem em roda e começamos. Cada um contribuiu com um pedacinho de estória, que tinha suspense, drama, ação, romance e final feliz.

No dia seguinte, na rodinha, perguntei o que faríamos com aquela estória. Após várias sugestões e votações, ficou decidido que seria um teatro com fantoches de meia. Combinamos de trazer meias velhas, sem par, para fazer os fantoches.

Ao longo da semana eles foram trazendo as meias e nós começamos a produzir os fantoches.

Peguei todos os materiais que encontrei na sala para fazer os personagens. Como costurar seria muito demorado e a maior parte da turma não tem paciência para isso, colamos tudo com cola de tecido.

Conforme construíam seus fantoches eu ia lhes sugerindo materiais e técnicas de pintura.

No final da semana, houve uma atividade programada com os pais. Aproveitamos o evento para apresentar o nosso teatro.

Os pais se assustaram um pouco com o tema e com os personagens, mas depois das devidas explicações assistiram e aparentam estar felizes.

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Folclore – Culinária II

Tá, feijoada e caldo verde são comidas típicas do Rio de Janeiro. Mas esse blog não é sobre educação infantil? Como isso me ajuda com o trabalho com as crianças?
Calma, calma pessoal! Esta segunda parte trás duas receita de doces fáceis de fazer em sala e, da cozinha, no máximo precisamos de leite morno.

Pé de moça

Variação do pé de moleque, não se sabe ao certo sua origem. Surgiu na década de 1990 em Minas Gerais e acabou conquistando muitos fãs com o passar do tempo.

Ingredientes

1 pacote de biscoito tipo maisena triturado.

1 Pacote de amendoim torrado e sem pele.
1 Lata de leite condensado.
2 colheres de chocolate em pó.

Triture grosseiramente previamente os amendoins no liquidificador.
Coloque o amendoim numa vasilha e misture com o leite condensado, o chocolate e o biscoito.
Misture tudo até dar liga e coloque numa forma quadrada.
Deixe na geladeira por aproximadamente 2 horas, corte em quadrados e sirva.

Cuscuz de tapioca

Após uma breve pesquisa, descobri que o nosso cuscuz de tapioca, tão gostoso, é uma adaptação do cuscuz de origem árabe.
As escravas de origem africana, e muitas delas árabes ou mulçumanas, eram as principais responsáveis pela alimentação de todos, desde escravos até a casa grande.

Como os alimentos eram escassos durante esse período, elas precisam improvisar e adaptar as receitas que já conheciam.
Tendo contato com os ingredientes existentes apenas na América do Sul, elas incorporaram a suas receitas, criando novas delícias exclusivas do nosso Brasil.

Ingredientes

1 Xícara e meia de Tapioca em Grão
1 Garrafinha de Leite de Coco (200 ml)
250g de Açucar
1 pacote de Coco Ralado
Meio litro de Leite Fervido

Coloque a tapioca numa forma média. E em outro recipiente, misture o leite de coco, o açúcar, o coco ralado e o leite morno.
Adicione esta mistura na forma com a tapioca, cura com um pano limpo e mexa de vez em quando.
Se ficar muito dura, coloque um pouco mais de leite. Se ficar muito mole, coloque mais um pouco de tapioca.
Quando adquirir a consistência ideal, coloque na geladeira para gelar.

E aí? Gostaram das Receitas? Prepararam com seus alunos? Compartilhe conosco nos comentários como foi a experiência.

As receitas foram adaptadas dos sites:
Receita de Tapioca – Cuzcuz de Tapioca
Tudo Gostoso – Pé de Moça

Fontes:
Wikipedia – Cuzcuz de Tapioca
Blog da Anette

Folclore – Culinária

Mudando um

pouco o foco das postagens para as comidas típicas, iniciarei por duas receitas daqui do Rio de Janeiro. Ambas são servidas tanto em festa populares, como em festas comuns ou de aniversário.

Feijoada carioca

Muito comum em festas de aniversário, comemorações diversas e festas para arrecadar dinheiro em torno de uma causa. Todo carioca participou ou já foi convidado para uma.

Pesquisando sobre a historia deste prato, descobri que, mais uma vez, o que aprendi na escola não estava tão certo assim. Vou explicar: Cresci acreditando que a feijoada era um prato inventado pelos escravos, que pegavam os restos de carne que sobravam das mesas de seus senhores e colocava junto com o feijão escasso que recebia para se alimentar, com o objetivo de incrementar o prato. Qual a minha surpresa quando, pesquisando para o blog, descobri que essa historia não passa de uma mentira.

Confesso que fiquei meio balançada se era verdade ou não, mas o argumento que me fez mudar de ideia foi o seguinte: Muitos escravos eram de origem muçulmana, religião que abomina o consumo de carne de porco e seus derivados. portanto é pouco provável que os escravos colocassem essas carnes em sua comida por vontade própria.
Carne, no Brasil Colonial, qualquer que fosse, também era muito escassa e as partes utilizadas na feijoada eram consideradas iguarias.

Outro fato que modifica este pensamento é que muitos países da Europa tinham pratos típicos com feijão e carnes, como: o “Cassoulet” na França, o tradicional cozido em Portugal, o “Casoeula” na Itália, e o “Puchero” na Espanha.

Então a feijoada não é uma invenção brasileira? Sim é! Provavelmente é uma adaptação dessas receitas, com os ingredientes típicos da America do Sul, como o feijão preto.

A receita principal data do século XIX, tendo sua primeira menção num anuncio do Hôtel Théatre em 7 de agosto de 1833. Seus acompanhamentos foram surgindo aos poucos e complementando o prato principal.

Receita de feijoada

Aproximadamente 15 pessoas

1/2 kg de carne de porco salgada.

1/2 kg de carne seca

1 pé, 1 orelha e 1 focinho de porco salgados

1 kg de feijão preto

1/2 kg de carne bovina (ponta de agulha ou braço)

1/2 kg de linguiça

1 paio

100g de toucinho defumado

1/2 kg de lombo de porco

1 cebola graúda picada

2 colheres de sopa de óleo

3 dentes de alho

Cheiro verde a gosto

Sal (opcional)

Modo de preparo: Ponha de molho, na véspera, a carne de porco salgada, a carne seca, o pé, a orelha e o focinho de porco salgados.

No dia seguinte, de manhã, leve o feijão preto ao fogo num caldeirão com bastante água.

Em outra panela, dê uma fervura nos ingredientes que deixou de molho.
Uma hora depois que o feijão estiver no fogo, junte nele os ingredientes fervidos e mais a carne bovina, a linguiça, o paio, o toucinho defumado e o lombo de porco.

Quando tudo estiver mais ou menos cozido, junte um refogado feito à parte com cebola picada, 1 colher de sopa de óleo, alho socado e cheiro verde.

Prove o sal e deixe ferver, até que tudo fique bem cozido, em fogo brando, para que não pegue no fundo do caldeirão.

Na hora de servir, coloque todos os ingredientes em uma travessa, arrumando com jeito.

Sirva junto molho, couve refogada, arroz, farofa e laranjas doces

Fonte: Dona Benta: comer bem – 77 ed. – Companhia Editora Nacional. pg 375.

Caldo verde

Também é muito comum em festas aqui no Rio. Nas festas juninas muita tente Desavisada confunde com sopa de ervilha, por causa do nome.iguaria servida nos mais variados tipos de festas, desde aniversários até casamentos.

Qual a minha surpresa quando descubro que o Caldo Verde, apesar de ser muito comum aqui no Rio de Janeiro, é de origem Portuguesa. Surgiu por volta do século XV, no Norte de Portugal. É super famosa em Portugal e consumida em festas religiosas e na virada do ano.

Receita de caldo verde

1 ou 2 fatias de bacon (aqui eu substituo por meia linguiça calabresa cortada em cubinhos)

1/2 kg de batatas

2 colheres (de sopa) de óleo de oliva

1 maço de couve manteiga

1 dente de alho

1/2 colher (de sopa) de cebola ralada

Sal

Modo de preparo: Frite o bacon (ou a linguiça) até que fique bem corado. Refogue então a cebola e o alho e junte as batatas descascadas e picadas.

Despeje 1 litro de água e deixe cozinhar. Quando as batatas estiverem cozidas, retire e passe no espremedor. Torne então a colocá-las no caldo e adicione a couve picada fino e sal a gosto.

Conserve a sopa no fogo até que a couve esteja cozida, mexendo de vez em quando.

No momento de servir, despeje o óleo e misture. Sirva quente.

Fonte: Festas e ingredientes – Ed. Abril Cultural 1969 – pág 294

As duas iguarias são deliciosas e não podem faltar nas festas aqui em casa. Quais são as comidas típicas de festas aí onde você mora

Compartilhe com a gente aqui nos comentários.

Fontes:
Super Interessante – Feijoada
História de Tudo – Feijoada
Petit Gastro – Feijoada
Wikipédia – Feijoada
Brasil Escola – Feijoada
Portugal num Mapa – Caldo Verde
Wikipédia – Caldo Verde

Folclore – Cantigas

Cantigas Folclóricas

Das diversas cantigas existentes por todo o Brasil, decidi colocar duas cantigas da minha infância , que minha mãe cantava quando me ninava. Esta primeira cantiga, para mim, é a mais antiga que tenho memória. Tanto que canto quando vou colocar a Amanda para dormir.

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Pixabay – ÁlvaroJimenez

Alecrim

(Autor desconhecido)

Alecrim, alecrim dourado

Que nasceu no campo

Sem ser semeado.

Alecrim, alecrim dourado

Que nasceu no campo

Sem ser semeado.

Foi meu amor

Que me disse assim

Que a flor do campo é o alecrim

Foi meu amor

Que me disse assim

Que a flor do campo é o alecrim.

Esta segunda cantiga, não sei se ela se encaixa no sentido literal do folclore, pois só a minha família canta. Não conheço ninguém que conheça e em minhas buscas pela internet, não encontrei nada sobre ela. Mas como toda minha família aprendeu na infância e ninguém sabe de onde vem, decidi colocar aqui.

O trenzinho vai

(Autor desconhecido)

O trenzinho vai, o trenzinho vêm

Diz que trás, diz que trás, diz que trás

O meu bem

O trenzinho vai, o trenzinho vêm

Diz que trás, diz que trás, diz que trás

O meu bem

Botei vestido rendado

E nos cabelos uma flor

O trem chegou atrasado

Não encontrei meu amor

O trenzinho vai, o trenzinho vêm

Diz que trás, diz que trás, diz que trás

O meu bem

O trenzinho vai, o trenzinho vêm

Diz que trás, diz que trás, diz que trás

O meu bem

E eu aqui esperando

Esse amor que nunca vem

Estou até namorando

O maquinista do trem.

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Pixabay – emz993

E aí, gostaram da seleção de cantigas? O post é curtinho assim pra não ficar cansativo. Conta aí nos comentários quais eram as outras cantigas que você brincava na infância.

Um abraço e até a próxima!

Fonte: A minha memória
Fotos: Pixabay

Folclore – Brincadeiras II

Ao longo dessa primeira semana, pesquisei com as crianças quais eram suas brincadeiras favoritas, com quem brincavam e de que os familiares brincavam quando criança.
Conheci uma variedade de brincadeiras novas (até então desconhecidas por mim) e percebi que uma boa parcela da turma não brinca em casa. Apenas joga no celular ou vê televisão.
Por isso, decidi ensinar e aprender uma brincadeira a cada dia, para que eles aumentem seu repertório e possam modificar os hábitos sedentários.

Cobra cega

Ivan Cruz – Cabra Cega

Fizemos uma votação e está foi a brincadeira escolhida. Fui perguntando a turma quais eram as regras e anotando em uma folha de A3. Esclarecidas todas as regras, começamos a brincar.
A agitação foi geral,as todos participaram. Inicialmente, tive de intervir, pois os mais animados estavam indo ao encontro da “Cobra cega”
Após as intervenções, a brincadeira fluiu por cerca de vinte minutos.
Quando percebi que estavam começando a se dispersar, fiz uma rodinha de conversas, para se acalmarem e falarem sobre a experiência.

Amarelinha

Ivan Cruz – Amarelinha e Boneca

Neste dia iniciei a rodinha perguntando sobre Amarelinha. Apesar de estar na nossa lista de brincadeiras, fiquei surpresa ao ver a quantidade de crianças que não conheciam a brincadeira.
Mais uma vez, em uma folha A3, anotei as regras, conforme iam falando.
Logo após, comecei a desenhar no chão, seguindo as instruções deles. Selecionei dez crianças para que escrevessem os. Números dentro do traçado.
Sentei todos em linha reta e demonstrei como se pula. Chamando de um em um, todos foram brincando e neste momento percebi a falta de coordenação motora e a estranheza com a brincadeira da maioria das crianças.
Na segunda rodada, intervi na forma de pular, apontando erros e reforçando as regras do jogo.
Como muitos ficaram desconfortáveis com a brincadeira, separei a turma em grupos, num rodízio de atividades. Cerca de doze crianças permaneceram na Amarelinha ( agora já quase apagada do chão). Avisei que não iria vigiar a brincadeira e que teriam de se resolver as disputas sozinhos.
Foi aí que me surpreendi com o grupo, organizaram uma fila para brincar, sem discussões ou brigas e permaneceram na Amarelinha por mais de meia hora.
Em uma das mesas, organizei uma atividade em folha, para reforçar a letra “A” e para que levantassem as próprias hipóteses de como se escreve Amarelinha.

Eu sei que essa postagem ficou longa, mas resolvi detalhar as atividades desenvolvidas com eles e suas reações.

O que vocês acharam? Querem mais deste tipo de postagem? Deixe a sua opinião nos comentários, ela é sempre de grande ajuda.

Folclore – Brincadeiras

Olá! Estou retornando aos poucos com o blog e pretendo fazer novamente as postagens uma vez por semana. Vamos ver como fica.

Hoje trago o tema: Folclore.

Conforme o Dicionário Priberan (2017), folclore pode ser definido como:

1. Ciência das tradições e usos populares.

2. Conjunto das tradições, lendas ou crenças populares de um país ou de uma região expressas em danças, provérbios, contos ou canções.

3. Cultura popular de um povo. = DEMOPSICOLOGIA.

Ou seja, o nosso folclore vai para além as lendas e historias sempre contadas nas nossas escolas e creches.
Este tema será dividido em vários partes, para que seja mais fácil a leitura.

Brinquedos folclóricos

Cinco Marias

Ivan Cruz – Jogando Nente

Geralmente joga-se com cinco saquinhos de tecido, preenchidos com arroz, feijão ou areia. Também pode se jogar com pedrinhas.

A brincadeira começa quando jogamos os cinco saquinhos para o alto de uma vez, espalhando-os aleatoriamente. A partir daí, jogamos um dos saquinhos para o alto e pegamos um saquinho no chão. Este movimento se repete até que todos os saquinhos sejam retirados.

Caso consiga, o grau de dificuldade aumenta, tendo de pegar dois saquinhos por vez e assim, progressivamente até ter de pegar os quatro saquinhos de uma vez só.

Caso erre, a vez passa para o colega ao lado.

O principal objetivo é pegar todos os saquinhos enquanto um está no ar.

Corrida de chapinha

Para iniciar esta brincadeira é necessário um espaço amplo, onde se possa desenhar uma pista de corrida, seja com giz ou fita adesiva. Este tipo de pista é mais simples, podendo ser feita até dentro de casa.

Existe um segundo tipo de pista, feita na terra ou areia, onde se faz bordas na pista, montanhas, ladeiras, túneis e pontes. Este tipo de pista possui regras mais complexas e algumas regiões do Brasil fazem campeonatos e Gran Prix.
Após decidir quem vai começar a jogar, este competidor irá colocar sua chapinha no ponto de largada. Ele tem direito a três “petelecos” na chapinha, para que ela se desloque ao longo da pista. E assim, de três em três “petelecos” todos os participantes. Jogam sucessivamente, até a chegada.
Caso a chapinha caia fora da pista ou de um obstáculo, o jogador deve voltar ao ponto inicial da jogada. Neste ponto, as regras mudam conforme as regras locais. O jogador pode tanto continuar a jogada de onde parou ou perder a vez.
Ganha quem chegar primeiro ao ponto de chegada.

Fontes:

“folclore”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/folclore [consultado em 20-07-2017].
Cinco Marias – Fábrica de brinquedos
Cinco Marias – Guardiã de Memórias
Corrida de Chapinhas – Caixoleta
As memórias de Infância do meu marido…

Ivanise Meyer

Olá!! Boa Noite.
Neste post venho partilhar uma experiencia e recomendar um livro. Hoje participei do II Seminário de Educação Infantil promovido pelo Curso de Pedagogia da Universidade Estácio de Sá – Campus Jacarepaguá. Foram muitas palestrantes excelentes que falarei ao longo dos posts. Este dedicarei a Ivanise Meyer.
Ivanise é professora do Município do Rio de Janeiro desde 1988. Especialista em Educação Infantil pela PUC, durante o processo de estudos da pós-graduação, começou a escrever suas experiências e as publicou no livro: “Brincar & Viver: Projetos em educação infantil” pela editora WAK.

A autora tem excelente domínio da metodologia de projetos e também vários blogs sobre a educação infantil, onde posta suas experiencias no campo do magistério. São eles:
Baú de Ideias
Special Games
Baú de Informática
Baú das Histórias e Poemas
Baú das Mensagens
Baú das Dobraduras

Já encomendei o meu livro e ele vai pro topo da minha lista de livros para ler. Assim que o tiver em mãos e terminar sua leitura, posto mais sobre ele. A quem se interessou, pode comprá-lo na livraria da Cultura ou na Estante Virtual.

Um abraço a todos.