Receita de massinha caseira

Tenho observado que conforme minha filha cresce, seu interesse em brinquedos e jogos vem mudando. Brinquedos que antes não despertavam sua atenção, como bonecas, carrinhos e bolas, agora são o principal foco da sua atenção.

Já havia tentado algumas experiências/brincadeiras com ela, sem muito sucesso. Como o foco dela mudou, resolvi tentar mais uma vez.

Fiz com ela uma massinha caseira, com coisas que temos na dispensa de casa.;

Eu usei:

5 colheres de sopa de amido de milho

2 colheres de sopa de condicionador

Algumas gotas de corante

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Primeiro misturei o amido e o condicionador, até porque não estava levando muita fé na receita. Amassei até pegar liga e ficar tudo bem firme. Por ultimo coloquei a tinta. No caso usei o Nankin Profissional da Acrilex da cor amarela. Coloquei algumas gotas, pois o Nankin é bem forte.

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Comecei a mexer na massa como quem faz pão. Após um tempo a massa ficou assim:

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Enquanto preparava a massinha, percebi que quanto mais mexia, mais homogênea a massa ficava.

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Bom, minha filha continuou sem gostar de brincar de massinha, apertou algumas vezes e depois pediu pra ir brincar de outra coisa.

Eu fiquei um bom tempo brincando com a massinha, e ela é realmente muito gostosa de mexer, porém não dá para modelar objetos com ela. Se tirar pedaços ela acaba esfarelando. Também se parar de amassar e deixá-la ao ar livre, ela perde a liga depois de algumas horas.

Não é uma massinha pra usar por muitos dias. Com 5 dias, guardada num saco plástico e fora da geladeira, ela não azedou, mas já estava bem esfarelenta e eu não quis gastar mais condicionador para hidratá-la (já tinha colocado nos outros dias). Por fim joguei fora.

Conclusão: A receita é boa pra fazer em casa e comparando com outras massinhas feitas em casa, até que dura bastante tempo.

PS: Meu marido gostou muito da cor que ficou a massinha, então resolvi colocar aqui o link de onde comprei: Nankin Acrilex Amarelo.

Vocês tem alguma receita de massinha caseira pra me ensinar? Gostaram de ter experiências? Querem mais? Deixe sua opinião nos comentários e me ajude a melhorar os conteúdos do blog.

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III Encontro PIBID UFRJ Pedagogia

Olá! Sei que andei sumida do Blog, mas aconteceram muitas coisas ao mesmo tempo neste ultimo mês, que me tiraram o tempo (e o ânimo) para postar.

Devo dizer que muitas coisas boas também aconteceram e uma delas foi uma ajuda imensa da minha prima-irmã Bruna, que comprou um computador novo e me deu o seu Notebook antigo. E isso, meus caros, é uma ajuda gigantesca! Obrigada minha flor!

Bom, mas esse post não é sobre isso. Fiquei sabendo recentemente sobre o III Encontro PIBID Pedagogia da UFRJ. O evento acontecerá no dia 07/11/2017 das 09 às 21 horas. Apesar de ocorrer durante um dia de semana (terça-feira), na hora da inscrição, dá pra escolher qual o horário que você quer participar, se só de manhã, só de tarde, só de noite, o dia todo…

Ah! E o melhor de tudo sobre o evento: é de GRAÇA! Qualquer pessoa que se interesse sobre o tema pode se inscrever e assistir as mesas redondas e participar das oficinas que serão realizadas.

Tá, ok. mas qual é a programação do Encontro? Na imagem abaixo vocês podem ver a programação direitinho do evento.

III PIBID UFRJ Pedagogia Programação

Já estive em outros eventos e cursos onde, entre os palestrantes, estavam a Patricia Corsino, a Daniela Guimarães, o Aristeo Leite Filho e a Carmem Sanches Sampaio, e foram maravilhosos. Para quem não os conhece, essa será uma excelente oportunidade para se atualizar e conhecer melhor estes Professores/Pesquisadores.

Confesso que sou fã de carteirinha deles e tenho alguns livros impressos ou teses destes autores no meu Kindle. A pena é ser dia de semana e eu tenho de ir para a escola, dar aula. Vou me inscrever para a Mesa de Encerramento, pois o tema tem relação direta com o que estou vivendo agora em sala. Caso consiga alguém pra ficar com a minha filha, farei a inscrição pela manhã também.

Para se inscrever é só preencher este formulário: III Encontro PIBID UFRJ

Bom, e vocês? Pretendem ir ao Encontro? Estes temas te interessam? Gostaram desse tipo de post, com dicas de eventos e cursos? Diga nos comentários o que achou do post, para que eu possa saber seu procuro mais estes eventos para divulgar.

Folclore e o Medo Infantil

Nosso projeto sobre as brincadeiras foi interrompido por uma pergunta, numa rodinha. A tragédia da menina da mala, da pequena Ágatha Nicole, de 6 anos. Aconteceu de verdade? Esse moço mal machucou ela? Ela conhecia ele? Tem que tomar cuidado para o homem do saco não pegar a gente! Tia, o palhaço assassino vai pegar a gente?

No meio do turbilhão de perguntas, tentei explicar o ocorrido de forma simples e clara, que devemos ter cuidado com pessoas que não conhecemos e de explicar quem de fato existe é quem é apenas folclore.

Estavam muito assustados, pois Agatha tinha a idade deles e algumas crianças não conseguiam separar a fantasia da realidade.

Iniciei um blocão, onde registrei cada um dos personagens que me diziam. Enquanto escrevia, pensava: Como mostrar para eles que são apenas estórias para assustar as pessoas? Que elas podem ser inventadas por qualquer um?

Ao terminar o blocão sugeri que inventassemos um história com esses personagens. Eles aceitaram de primeira e logo se empolgaram.

Pedi que sentassem em roda e começamos. Cada um contribuiu com um pedacinho de estória, que tinha suspense, drama, ação, romance e final feliz.

No dia seguinte, na rodinha, perguntei o que faríamos com aquela estória. Após várias sugestões e votações, ficou decidido que seria um teatro com fantoches de meia. Combinamos de trazer meias velhas, sem par, para fazer os fantoches.

Ao longo da semana eles foram trazendo as meias e nós começamos a produzir os fantoches.

Peguei todos os materiais que encontrei na sala para fazer os personagens. Como costurar seria muito demorado e a maior parte da turma não tem paciência para isso, colamos tudo com cola de tecido.

Conforme construíam seus fantoches eu ia lhes sugerindo materiais e técnicas de pintura.

No final da semana, houve uma atividade programada com os pais. Aproveitamos o evento para apresentar o nosso teatro.

Os pais se assustaram um pouco com o tema e com os personagens, mas depois das devidas explicações assistiram e aparentam estar felizes.

Folclore – Culinária II

Tá, feijoada e caldo verde são comidas típicas do Rio de Janeiro. Mas esse blog não é sobre educação infantil? Como isso me ajuda com o trabalho com as crianças?
Calma, calma pessoal! Esta segunda parte trás duas receita de doces fáceis de fazer em sala e, da cozinha, no máximo precisamos de leite morno.

Pé de moça

Variação do pé de moleque, não se sabe ao certo sua origem. Surgiu na década de 1990 em Minas Gerais e acabou conquistando muitos fãs com o passar do tempo.

Ingredientes

1 pacote de biscoito tipo maisena triturado.

1 Pacote de amendoim torrado e sem pele.
1 Lata de leite condensado.
2 colheres de chocolate em pó.

Triture grosseiramente previamente os amendoins no liquidificador.
Coloque o amendoim numa vasilha e misture com o leite condensado, o chocolate e o biscoito.
Misture tudo até dar liga e coloque numa forma quadrada.
Deixe na geladeira por aproximadamente 2 horas, corte em quadrados e sirva.

Cuscuz de tapioca

Após uma breve pesquisa, descobri que o nosso cuscuz de tapioca, tão gostoso, é uma adaptação do cuscuz de origem árabe.
As escravas de origem africana, e muitas delas árabes ou mulçumanas, eram as principais responsáveis pela alimentação de todos, desde escravos até a casa grande.

Como os alimentos eram escassos durante esse período, elas precisam improvisar e adaptar as receitas que já conheciam.
Tendo contato com os ingredientes existentes apenas na América do Sul, elas incorporaram a suas receitas, criando novas delícias exclusivas do nosso Brasil.

Ingredientes

1 Xícara e meia de Tapioca em Grão
1 Garrafinha de Leite de Coco (200 ml)
250g de Açucar
1 pacote de Coco Ralado
Meio litro de Leite Fervido

Coloque a tapioca numa forma média. E em outro recipiente, misture o leite de coco, o açúcar, o coco ralado e o leite morno.
Adicione esta mistura na forma com a tapioca, cura com um pano limpo e mexa de vez em quando.
Se ficar muito dura, coloque um pouco mais de leite. Se ficar muito mole, coloque mais um pouco de tapioca.
Quando adquirir a consistência ideal, coloque na geladeira para gelar.

E aí? Gostaram das Receitas? Prepararam com seus alunos? Compartilhe conosco nos comentários como foi a experiência.

As receitas foram adaptadas dos sites:
Receita de Tapioca – Cuzcuz de Tapioca
Tudo Gostoso – Pé de Moça

Fontes:
Wikipedia – Cuzcuz de Tapioca
Blog da Anette

Folclore – Culinária

Mudando um

pouco o foco das postagens para as comidas típicas, iniciarei por duas receitas daqui do Rio de Janeiro. Ambas são servidas tanto em festa populares, como em festas comuns ou de aniversário.

Feijoada carioca

Muito comum em festas de aniversário, comemorações diversas e festas para arrecadar dinheiro em torno de uma causa. Todo carioca participou ou já foi convidado para uma.

Pesquisando sobre a historia deste prato, descobri que, mais uma vez, o que aprendi na escola não estava tão certo assim. Vou explicar: Cresci acreditando que a feijoada era um prato inventado pelos escravos, que pegavam os restos de carne que sobravam das mesas de seus senhores e colocava junto com o feijão escasso que recebia para se alimentar, com o objetivo de incrementar o prato. Qual a minha surpresa quando, pesquisando para o blog, descobri que essa historia não passa de uma mentira.

Confesso que fiquei meio balançada se era verdade ou não, mas o argumento que me fez mudar de ideia foi o seguinte: Muitos escravos eram de origem muçulmana, religião que abomina o consumo de carne de porco e seus derivados. portanto é pouco provável que os escravos colocassem essas carnes em sua comida por vontade própria.
Carne, no Brasil Colonial, qualquer que fosse, também era muito escassa e as partes utilizadas na feijoada eram consideradas iguarias.

Outro fato que modifica este pensamento é que muitos países da Europa tinham pratos típicos com feijão e carnes, como: o “Cassoulet” na França, o tradicional cozido em Portugal, o “Casoeula” na Itália, e o “Puchero” na Espanha.

Então a feijoada não é uma invenção brasileira? Sim é! Provavelmente é uma adaptação dessas receitas, com os ingredientes típicos da America do Sul, como o feijão preto.

A receita principal data do século XIX, tendo sua primeira menção num anuncio do Hôtel Théatre em 7 de agosto de 1833. Seus acompanhamentos foram surgindo aos poucos e complementando o prato principal.

Receita de feijoada

Aproximadamente 15 pessoas

1/2 kg de carne de porco salgada.

1/2 kg de carne seca

1 pé, 1 orelha e 1 focinho de porco salgados

1 kg de feijão preto

1/2 kg de carne bovina (ponta de agulha ou braço)

1/2 kg de linguiça

1 paio

100g de toucinho defumado

1/2 kg de lombo de porco

1 cebola graúda picada

2 colheres de sopa de óleo

3 dentes de alho

Cheiro verde a gosto

Sal (opcional)

Modo de preparo: Ponha de molho, na véspera, a carne de porco salgada, a carne seca, o pé, a orelha e o focinho de porco salgados.

No dia seguinte, de manhã, leve o feijão preto ao fogo num caldeirão com bastante água.

Em outra panela, dê uma fervura nos ingredientes que deixou de molho.
Uma hora depois que o feijão estiver no fogo, junte nele os ingredientes fervidos e mais a carne bovina, a linguiça, o paio, o toucinho defumado e o lombo de porco.

Quando tudo estiver mais ou menos cozido, junte um refogado feito à parte com cebola picada, 1 colher de sopa de óleo, alho socado e cheiro verde.

Prove o sal e deixe ferver, até que tudo fique bem cozido, em fogo brando, para que não pegue no fundo do caldeirão.

Na hora de servir, coloque todos os ingredientes em uma travessa, arrumando com jeito.

Sirva junto molho, couve refogada, arroz, farofa e laranjas doces

Fonte: Dona Benta: comer bem – 77 ed. – Companhia Editora Nacional. pg 375.

Caldo verde

Também é muito comum em festas aqui no Rio. Nas festas juninas muita tente Desavisada confunde com sopa de ervilha, por causa do nome.iguaria servida nos mais variados tipos de festas, desde aniversários até casamentos.

Qual a minha surpresa quando descubro que o Caldo Verde, apesar de ser muito comum aqui no Rio de Janeiro, é de origem Portuguesa. Surgiu por volta do século XV, no Norte de Portugal. É super famosa em Portugal e consumida em festas religiosas e na virada do ano.

Receita de caldo verde

1 ou 2 fatias de bacon (aqui eu substituo por meia linguiça calabresa cortada em cubinhos)

1/2 kg de batatas

2 colheres (de sopa) de óleo de oliva

1 maço de couve manteiga

1 dente de alho

1/2 colher (de sopa) de cebola ralada

Sal

Modo de preparo: Frite o bacon (ou a linguiça) até que fique bem corado. Refogue então a cebola e o alho e junte as batatas descascadas e picadas.

Despeje 1 litro de água e deixe cozinhar. Quando as batatas estiverem cozidas, retire e passe no espremedor. Torne então a colocá-las no caldo e adicione a couve picada fino e sal a gosto.

Conserve a sopa no fogo até que a couve esteja cozida, mexendo de vez em quando.

No momento de servir, despeje o óleo e misture. Sirva quente.

Fonte: Festas e ingredientes – Ed. Abril Cultural 1969 – pág 294

As duas iguarias são deliciosas e não podem faltar nas festas aqui em casa. Quais são as comidas típicas de festas aí onde você mora

Compartilhe com a gente aqui nos comentários.

Fontes:
Super Interessante – Feijoada
História de Tudo – Feijoada
Petit Gastro – Feijoada
Wikipédia – Feijoada
Brasil Escola – Feijoada
Portugal num Mapa – Caldo Verde
Wikipédia – Caldo Verde

Folclore – Cantigas

Cantigas Folclóricas

Das diversas cantigas existentes por todo o Brasil, decidi colocar duas cantigas da minha infância , que minha mãe cantava quando me ninava. Esta primeira cantiga, para mim, é a mais antiga que tenho memória. Tanto que canto quando vou colocar a Amanda para dormir.

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Pixabay – ÁlvaroJimenez

Alecrim

(Autor desconhecido)

Alecrim, alecrim dourado

Que nasceu no campo

Sem ser semeado.

Alecrim, alecrim dourado

Que nasceu no campo

Sem ser semeado.

Foi meu amor

Que me disse assim

Que a flor do campo é o alecrim

Foi meu amor

Que me disse assim

Que a flor do campo é o alecrim.

Esta segunda cantiga, não sei se ela se encaixa no sentido literal do folclore, pois só a minha família canta. Não conheço ninguém que conheça e em minhas buscas pela internet, não encontrei nada sobre ela. Mas como toda minha família aprendeu na infância e ninguém sabe de onde vem, decidi colocar aqui.

O trenzinho vai

(Autor desconhecido)

O trenzinho vai, o trenzinho vêm

Diz que trás, diz que trás, diz que trás

O meu bem

O trenzinho vai, o trenzinho vêm

Diz que trás, diz que trás, diz que trás

O meu bem

Botei vestido rendado

E nos cabelos uma flor

O trem chegou atrasado

Não encontrei meu amor

O trenzinho vai, o trenzinho vêm

Diz que trás, diz que trás, diz que trás

O meu bem

O trenzinho vai, o trenzinho vêm

Diz que trás, diz que trás, diz que trás

O meu bem

E eu aqui esperando

Esse amor que nunca vem

Estou até namorando

O maquinista do trem.

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Pixabay – emz993

E aí, gostaram da seleção de cantigas? O post é curtinho assim pra não ficar cansativo. Conta aí nos comentários quais eram as outras cantigas que você brincava na infância.

Um abraço e até a próxima!

Fonte: A minha memória
Fotos: Pixabay

Folclore – Brincadeiras II

Ao longo dessa primeira semana, pesquisei com as crianças quais eram suas brincadeiras favoritas, com quem brincavam e de que os familiares brincavam quando criança.
Conheci uma variedade de brincadeiras novas (até então desconhecidas por mim) e percebi que uma boa parcela da turma não brinca em casa. Apenas joga no celular ou vê televisão.
Por isso, decidi ensinar e aprender uma brincadeira a cada dia, para que eles aumentem seu repertório e possam modificar os hábitos sedentários.

Cobra cega

Ivan Cruz – Cabra Cega

Fizemos uma votação e está foi a brincadeira escolhida. Fui perguntando a turma quais eram as regras e anotando em uma folha de A3. Esclarecidas todas as regras, começamos a brincar.
A agitação foi geral,as todos participaram. Inicialmente, tive de intervir, pois os mais animados estavam indo ao encontro da “Cobra cega”
Após as intervenções, a brincadeira fluiu por cerca de vinte minutos.
Quando percebi que estavam começando a se dispersar, fiz uma rodinha de conversas, para se acalmarem e falarem sobre a experiência.

Amarelinha

Ivan Cruz – Amarelinha e Boneca

Neste dia iniciei a rodinha perguntando sobre Amarelinha. Apesar de estar na nossa lista de brincadeiras, fiquei surpresa ao ver a quantidade de crianças que não conheciam a brincadeira.
Mais uma vez, em uma folha A3, anotei as regras, conforme iam falando.
Logo após, comecei a desenhar no chão, seguindo as instruções deles. Selecionei dez crianças para que escrevessem os. Números dentro do traçado.
Sentei todos em linha reta e demonstrei como se pula. Chamando de um em um, todos foram brincando e neste momento percebi a falta de coordenação motora e a estranheza com a brincadeira da maioria das crianças.
Na segunda rodada, intervi na forma de pular, apontando erros e reforçando as regras do jogo.
Como muitos ficaram desconfortáveis com a brincadeira, separei a turma em grupos, num rodízio de atividades. Cerca de doze crianças permaneceram na Amarelinha ( agora já quase apagada do chão). Avisei que não iria vigiar a brincadeira e que teriam de se resolver as disputas sozinhos.
Foi aí que me surpreendi com o grupo, organizaram uma fila para brincar, sem discussões ou brigas e permaneceram na Amarelinha por mais de meia hora.
Em uma das mesas, organizei uma atividade em folha, para reforçar a letra “A” e para que levantassem as próprias hipóteses de como se escreve Amarelinha.

Eu sei que essa postagem ficou longa, mas resolvi detalhar as atividades desenvolvidas com eles e suas reações.

O que vocês acharam? Querem mais deste tipo de postagem? Deixe a sua opinião nos comentários, ela é sempre de grande ajuda.